Bem vindos!

Você que é Presidente, CEO, Sócio, Sucessor ou Conselheiro de Administração de empresas, membro ou candidato a membro do grupo Vistage CRM, encontrará aqui informações mais detalhadas sobre o meu trabalho.

Minha história:

Coordeno, desde 2009, grupo VISTAGE no Rio de Janeiro. Trata-se da maior organização de apoio a CEOs do mundo. Fundada em 1956 nos EUA, possui cerca 24 mil membros (CEOs, empresários, sócios e sucessores). Nesta função desenvolvi uma escuta atenta e ativa. Sei acolher e impulsionar ideias, negócios e pessoas. Na academia, atuo como Professor convidado nos MBAs da FGV (ver aba FGV). Desde criança sou apaixonado pelo mar e por cavalos. Meu melhor passatempo é montar no meu cavalo e sair para cavalgar.

Nascido numa família de empresários desde muito cedo toquei minha vida profissional. Ainda muito jovem fui comerciante de linhas telefônicas, sócio de rede de farmácias e empreendedor no ramo da construção civil. Assim que me formei fui trabalhar na então Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente – FEEMA (hoje INEA), no Rio de Janeiro. Como sempre gostei de escrever, fui ghost writer de alguns políticos dentre eles, um candidato – eleito, à Presidência da República. Fui CEO e diretor de diversas empresas, em especial, na indústria da saúde (planos de saúde).

Vistage: Saiba mais

Dissipação da solidão do poder, troca de experiências, compartilhamento da sabedoria e do conhecimento, ambiente onde se aprende sem ser ensinado, dia da parada, da reflexão e da atualização são alguns dos benefícios elencados pelos membros dos grupos VISTAGE.

“Em geral os pessimistas estão certos e os otimistas, errados. Mas todas as grandes mudanças foram feitas pelos otimistas”. Caminhar diante de adversidades requer estratégia adequada. Precisamos trocar ideias para errar menos, para ter o foco certo. A questão é: com quem fazer isto para receber opiniões isentas, sem interesse próprio?

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Em pesquisa recente, cerca de 160 empresários e executivos, membros da Vistage no Brasil, apontaram seus problemas mais frequentes: “a necessidade de reinventar os negócios em tempos de crise; problemas com o sócio; gestão familiar complicada; questões de sucessão; como reduzir custos; fusão e aquisição de empresas; dificuldades com a equipe comercial; empreender ou continuar executivo e solidão do poder.”

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