Alta rotatividade dos Millennials

É sabido o quanto é elevado o troca-troca de empresas que a geração dos Millennials faz ao longo de suas carreiras. Se antes os Baby Boomers mudavam de emprego, no máximo, três ou quatro vezes ao longo de suas vidas, os Millennials batem este número nos primeiros cinco anos de suas carreiras.

Seriam os jovens de hoje mais ousados, mais exigentes, mais volúveis, mais preparados ou, quem sabe, mais preocupados com seu desenvolvimento profissional? São várias as razões. Possivelmente, uma mistura de muitas.

Mas, partir da minha experiência, verifico o quanto isto tem a ver com a baixa capacidade ou atenção dos líderes de reter talentos.

É verdade que uma boa política salarial e de benefícios ajudam, mas o que adianta mesmo é o ambiente. Especialmente a postura do líder. Se este se colocar, diante do colaborador, como um mentor de sua carreira e não somente como seu chefe, estejam certos que esta rotatividade cai, e muito!

Recomendo a leitura do artigo “O líder conselheiro e a gestão aberta de talentos” de @Rafaelsouto: https://valor.globo.com/google/amp/carreira/coluna/o-lider-conselheiro-e-a-gestao-aberta-de-talentos.ghtml