Sustentabilidade

O novo modelo de negócio não pode prescindir da sustentabilidade, dos princípios e das metas ambientais, sociais e de governança. A empresa está inserida na sociedade e no meio ambiente e não o contrário.

O conceito de externalidades serve de base para este entendimento. Nele, do total daquilo que é produzido deve-se subtrair as externalidades negativas (emissões de gases ou despejos) e somar as positivas (impostos e empregos indiretos). Nos últimos anos, este conceito fica cada vez mais evidenciado.

A razão é simples. Os fundos de investimento, passaram a colocar as empresas, com real atenção aos princípios ESG, dentre as suas prioridades. Não é ideologia. São os resultados. Consequência de uma melhor administração.

Quando o volume de recursos começa a ser drenado, via aplicações e de financiamentos, para empresas ESG, o círculo virtuoso se acelera. Torna-se irreversível.

Uma excelente notícia para os negócios, para a sociedade e o meio-ambiente!

Para os céticos, que ainda acham que isto é coisa para grandes empresas ou de ambientalistas, a recomendação é começarem a revisitar estas convicções. Do contrário, o mercado o fará cobrando mais por isso.